Inicio tratando sobre vacinas.
Divulgo uma "live" do Dr. Albert Dickson, um médico que é favorável ao acolhimento imediato do paciente com covid, no início dos sintomas.
Ele é favorável às vacinas.
Trago o link para a "live" no seu canal no You Tube - Albert e Carla Dickson.
Para facilitar, trouxe minhas anotações, que fiz ao ouvir a aula, como o próprio doutor mencionou.
https://youtu.be/pA1RVZwBsmA
Esse é o link.
Vou colocar minhas anotações, mas, assistam a live, para saber exatamente o que foi dito, ver as respostas que o doutor deu às perguntas que o público fez.
A transmissão ocorreu em 11/07/21. Hoje é 16/07/21, dia de Nossa Senhora do Carmo. Então, a live é recente e atualizada.
Nossa Senhora do Carmo nos proteja dessa peste!
Dr. Dickson considera que a vacina não é a salvação do mundo, mas é a "bala de ouro" contra a covid. Segundo ele, sem viés político, essa sua opinião.
Afirmou que, ao ser vacinada, a pessoa não "ganha" imunidade na hora. Existe um período para que se possa esperar resultado.
Sempre lembrando (isso sou eu que estou falando, a imunidade não é de 100%).
No caso da Coronavac, dá para pensar em imunidade (e sabemos que é pouca) a partir de 21 dias após a segunda dose.
Ele contestou a afirmação de que "vacina boa é vacina no braço". Segundo afirma, não é verdade e algumas vacinas são melhores do que as outras. Ainda assim, considera que o melhor para a pessoa é tomar aquela que estiver disponível.
A vacina de maior efetividade é da Pfizer, 2ª Oxford, 3ª Jansen e 4ª, Coronavac.
Comparou com um time de futebol.
A vacina é o goleiro. O goleiro de maior efetividade é o que toma menos gol. Precisamos de um bom goleiro (uma boa vacina).
O médico é o técnico (treinador). Observação minha: para quem tem acesso a um médico em quem possa confiar.
A defesa, que, no futebol, é formada pelos zagueiros, corresponde aos cuidados que já são difundidos há mais de um ano: lavagem frequente das mãos, uso de álcool gel, isolamento social e o evitar aglomerações.
Isso deve continuar após a vacinação.
O ataque é o sistema imunológico, que deve ser fortalecido.
Goleiro sozinho no campo, tomará gols.
Se o treinador (médico) não confia na vacina, no sistema de defesa, nem em tratamento inicial, nem em aumento da imunidade, a tendência é esse time fracassar.
Nos primeiros três dias após a vacina, observar o aparecimento de sintomas.
Até umas 48h, é "normal" que os sintomas relacioinem-se à vacina.
A variante mais comum da doença no Brasil é P1.
A vacina que mais apresenta complicações é Oxford.
Observar, nos primeiros três dias, se aparecerão os sintomas. Da variante P1, são garganta arrannhando, espirros e dor de cabeça (mais comuns).
Esperar três dias. Se passar desse período, risco de ser COVID e não reação à vacina. Entrar em contato com seu médico para que ele estabeleça uma estratégia para lidar com a doença. Não deve ficar esperando para ver se melhora porque, se for COVID, estará em risco.
O doutor mencionou que mulheres entre 18 e 60 anos que, tendo tomado a vacina de Oxford, apresentarem dor de cabeça muito intensa e/ou dor abdominal também intensa, devem procurar logo seus médicos, pois há um risco, ainda que baixo, de trombose.
Houve uma pessoa, durante a live, que mencionou um homem que teria tido trombose, ao que o doutor disse que as mulheres são mais afetadas, mas, sim, pode haver homens que sofram o mesmo dano.
Ele considera o risco baixo.
Eu não gostaria de me expor a esse risco baixo. E se eu estiver naquela pequena porcentagem, quem me devolve a vida?
Febre, cansaço, dor no corpo por um dia ou, no máximo, dois - provavelmente é devido à vacina.
Se passar do terceiro dia, pensar em covid e buscar seu médico para iniciar o tratamento.
O doutor mencionou que há vacinas melhores do que outras, mas, não é um cardápio: o cliente não pode escolher.
Eu acho isso horrível. Não o médico dizer, mas, a coisa ser assim.
Outra coisa que foi dita é que a ANVISA não recomenda o paracetamol para esses sintomas pós-vacina.
Nas primeiras vinte e quatro horas após a vacina, não fazer exercícios físicos.
Todas as vacinas, exceto Coronavac, iniciam os efeitos em 21 dias.
A pessoa pode já estar com o vírus quando se vacina e, então, desenvolver a doença.
Também pode contrair a doença nesse período de 21 dias, antes de iniciarem os efeitos.
E a imunidade não é de 100%, mesmo após esse período. Então, pode estar vacinado e contrair, sim, a doença.
Ele recomenda que, quem tiver condições financeiras, faça o teste de anticorpos neutralizantes para verificar se ficou imunizado.
Então, se tiver sintomas, iniciar o tratamento, mesmo vacinado.
Para fortalecer o sistema imunológico: quercetina Vitamina D, Coenzima Q10, banho de sol,, betaglucan.
A vacina Pfizer tem risco de miocardite. Mas é risco pequeno.
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